
O tratamento internacional dos temas da saúde amplia-se progressivamente, em decorrência do aumento natural de sua complexidade e das imbricações com outros setores, sendo amplamente difundido e aceito, ademais, que a saúde hoje representa um componente fundamental do desenvolvimento.
Os problemas da saúde apresentam, atualmente, desafios, preocupações e ações que transcendem as fronteiras nacionais, podendo ser influenciados por circunstâncias de diversos países e que são mais bem atendidos por processos cooperativos. Implica uma influência recíproca entre os assuntos de saúde, as relações internacionais e diversos outros setores, fazendo-se necessário uma abordagem desde uma perspectiva mais ampla e completa. A saúde global requer o esforço dos governos e outras organizações para efetivá-la e garanti-la.
A Rede Saúde e Diplomacia busca contribuir para o fortalecimento, integração e desempenho dos Ministérios da Saúde, suas Assessorias de Assuntos Internacionais, Organizações Governamentais e Não-governamentais, Centros de Referência em Saúde Internacional e demais atores interessados no assunto, por meio do intercâmbio de informações e experiências, gerando um ciclo virtuoso para a cooperação, desenvolvimento, articulação e gestão dos atores.
A Rede Saúde e Diplomacia originou-se de uma necessidade real e objetiva, respaldada por casos correntes e emblemáticos das varias situações que envolvem atualmente as dimensões internacionais dos temas de saúde e que recomendam uma estreita colaboração entre a área diplomática e da saúde. Este esforço conjunto permite que os membros maximizem os ganhos e aumentassem sua capacidade de articulação.
- favorecer o intercâmbio de informações e experiências para enfrentar
os desafios internacionais da saúde;
- compilar, difundir e facilitar o acesso a tais informações;
- identificar práticas exitosas e aprender com erros e acertos;
- facilitar os contatos e articulações entre os integrantes da rede e
demais atores interessados no assunto;
- incentivar a produção científica sobre temas de saúde internacional;
- identificar áreas de trabalho e pesquisa comuns e facilitar suas
articulações e ações integradas;
- elaborar análises conjuntas;
- incentivar a cooperação e estimular o desenvolvimento de projetos de
saúde internacional inter-países.